Amor não é submissão

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Ouço repetidamente no consultório e entre amigos, histórias de paixões que se transformaram em relacionamentos de domínio. E não deram certo exatamente por isso: excesso de submissão de um dos parceiros. Isto acontece com ambos os gêneros, mas é mais comum encontrarmos mulheres submissas ao extremo. Por isso, irei me concentrar no exemplo feminino. Vou dar um exemplo fictício baseado em casos reais para ilustrar o que quero dizer.

L. se apaixona e passa a fazer tudo o que o homem deseja, como se não tivesse vontade própria. Ele quer ir para um hotel-fazenda, ela quer viajar para a praia e eles sempre acabam indo para onde ele quer, pois ela teme mostrar seus desejos diferentes dos dele e por isso ser rejeitada. Ela quer sair com as amigas, mas não o faz porque ele pode não gostar. Ela quer usar uma roupa bonita e decotada como fazia quando estava solteira, mas não o faz porque ele não iria gostar ou, de fato, não permite.

Seja por amor, insegurança, medo de ser rejeitada ou abandonada, dependência (emocional e/ou financeira), ela se submete e faz tudo o que ele quer ou que ela pensa que ele deseja, esperando que ele seja grato e fique com ela para sempre, demonstrando seu amor por ela, levando-a para jantar fora, dando-lhe flores, surpresas e outras demonstrações de afeto e gratidão.

Esse tipo de relacionamento poderia ser muito bom, caso funcionasse e ambos se sentissem felizes. O problema é que, na maioria dos casos, não funciona e ambos se sentem insatisfeitos. Ele começa a se sentir entediado e freqüentemente passa a se interessar por outras mulheres que são mais livres e autênticas, ou seja, que se permitem expressar seus desejos. Ela começa a sentir que ele é ingrato, pois ela faz tudo por ele e, mesmo assim, não recebe as demonstrações de amor que gostaria. O sentimento de tristeza, raiva e revolta que ela sente pode causar desde sintomas físicos como gastrite e compulsão por comida até uma séria depressão. E ela passa a achar que se casou com o homem “errado”.

Por isso, eu afirmo que amor não é submissão. Amor é troca, é ceder nos momentos em que é necessário, mas sem se deixar dominar completamente e sem abandonar a verdadeira personalidade e essência. Amor também não é domínio nem posse. Estes sentimentos estão relacionados ao poder e não ao amor. Onde há domínio, não há amor. Amor inclui fascínio, admiração, respeito, vontade de compartilhar e ver o outro feliz. O amor verdadeiro vive e deixa o outro livre para viver. Ele aceita as diferenças e aprende com elas. Ele não tenta mudar o outro, mas ajuda o outro a se transformar para melhor.

Amor prisioneiro não sai do lugar, fica triste, deprimido e estagnado. Ele só pensa em fugir para um lugar onde possa expressar quem ele verdadeiramente é. O amor prisioneiro afasta os amantes com sua frieza; tem sabor amargo. O amor livre possui uma fragrância agradável que une os amantes ao criar paz e felicidade. Ele é doce e sincero.

Com o auxílio da Terapia Holística, a pessoa descobre seu verdadeiro propósito de alma, ou seja, descobre para que reencarnou. Com isso, pode buscar a própria felicidade de uma maneira mais eficaz.

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Fazer o bem sempre faz bem!

Pode ser que alguém que você conhece esteja precisando.

Gratidão, paz e amor!

Valéria Centeville e Leonel Vicente – Terapeutas Holísticos
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